Justamente quando eu estava pensando em encerrar as atividades deste blog, exatamente pelos motivos que mencionei em meu post anterior, percebi que tenho recebido diariamente um certo volume (modesto, mas constante) de visitantes que chegam por diversos caminhos – buscadores, diretórios de sites de bookmarking, sites que comentei, …
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Fim da vida deste blog ?
13/Setembro/2007Um novo momento em nosso blog corporativo
13/Julho/2007As últimas semanas têm sido bastante atarefadas, tornando mais escasso o tempo para investir na redação de posts para os meus blogs.
E nos momentos em que tive tempo disponível nesse período, tive que escolher entre elaborar posts para o blog corporativo (em que sou um dos múltiplos autores cadastrados) ou para este blog externo.
Bem, tenho o compromisso de extrair o máximo do blog corporativo de forma a gerar aprendizado sobre a experiência. Assim, optei por redigir os posts no blog interno. Mas não deixo de ter uma conclusão importante para compartilhar aqui.
Como começar um blog corporativo, por Rodrigo Prior
31/Maio/2007Encontrei também um post interessante de Rodrigo Prior no blog Prior Bloggando, chamado “Por onde começar ?“.
Embora também pareça se restringir aos blogs do tipo “divulgação de informações”, faz algumas recomendações concretas e objetivas sobre cuidados a tomar.
Como eu tenho dito… é disso que estamos precisando. Obrigado, Rodrigo.
Hora de pensar na infra-estrutura
16/Abril/2007Algumas (várias) semanas após o lançamento dos blogs da empresa, o atual volume de posts não chega a ser um sinal de sucesso irreversível mas já sugere que alguns cuidados adicionais são necessários.
O nosso servidor WordPress merece um suporte adequado.
Isto significa escolher entre comprar um novo equipamento para hospedar o software, selecionar um servidor já existente para receber o novo aplicativo ou contratar um serviço de hospedagem externo.
Cada opção, um viés: comprar um novo equipamento custa caro; hospedar o software em um servidor já existente pode causar conflito com outras aplicações importantes para a empresa; e contratar um serviço de hospedagem externo dificultará a restrição de acesso aos profissionais da empresa (nossos blogs são voltados ao registro de conhecimento, não à divulgação de notícias ao mercado, lembrem-se).
Resolvido este dilema, resta o dilema do suporte à aplicação: não apenas o suporte aos usuários na utilização dos recursos da ferramenta, mas também o suporte técnico para solução de problemas do ambiente que venham a tirar os blogs do ar.
Aqui, tenho duas opções: desenvolver o conhecimento internamente ou contratar uma empresa especializada em aplicações open-source (WordPress especificamente, se possível).
Se alguém conhecer uma empresa confiável especializada em suporte a open-source, deixe sua URL.
Obrigado.
Necessidade de criação de uma taxonomia
6/Abril/2007Após alguns dias de postagem em um dos blogs corporativos, percebo a necessidade de uma taxonomia clara para a classificação dos posts.
No princípio, em lugar de adotarmos o conceito de folksonomia permitindo que os próprios autores utilizassem (ou reutilizassem) livremente as palavras-chaves que desejassem, optamos por criar alguns critérios de classificação – como “por especialidade técnica”, “por produto ou serviço relacionado” e “por evento” (seminários, congressos, etc.), por exemplo – e dentro deles algumas categorias.
Bem, entendo que conseguimos uma pequena confusão.
Os critérios de classificação são conflitantes, e não complementares. Um mesmo assunto aparece como categoria dentro de mais de um critério. Não se trata de classificar um produto por cor e fabricante ao mesmo tempo (o que eu chamaria de classificação com complementaridade), mas sim de classificar um post como “tecnologia” sob “por evento” e como “tecnologia da informação” sob “especialidade técnica”.
É claro que este é um aprendizado. Agradeço a esta experiência com os blogs por esta conclusão.
Há uma distância razoável entre os blogs e a Gestão do Conhecimento
26/Março/2007Mais um post sobre uma descoberta que será considerada óbvia por alguns.
(Nessas horas lembro a mim mesmo sobre Philip Kotler, que escreveu muitas coisas consideradas óbvias sobre Marketing mas que é com justiça considerado um guru no assunto por tê-las reunido de forma coerente e separado aquilo que é relevante daquilo que não o é.)
Algumas semanas se passaram desde que os blogs na organização em que trabalho foram criados e divulgados.
A conclusão (óbvia, como avisei) a que cheguei é: um blog é apenas uma ferramenta de redação para publicação na web; um editor de textos fácil de usar.
Conflito entre os blogs e outros canais de comunicação corporativa
17/Março/2007Tivemos nesta semana algum aprendizado.
Foram percebidas quedas no número de visitas aos sites de alguns departamentos na intranet, como no de RH e de algumas linhas de produtos.
O motivo para a queda, ao que parece, é a reprodução de parte do conteúdo desses sites (com a intenção de compartilhá-lo com outros leitores) por alguns de nossos autores de blogs.
Fizemos um acordo. Orientaremos nossos autores a registrarem seus comentários em seus posts, remetendo os leitores ao site original para leitura. Assim, respeitaremos o fluxo de visitantes dos sites originais e a propriedade intelectual dos autores e designers originais.
Mais uma vez parece uma medida óbvia – mas ela se torna óbvia somente depois de escrita.
A recomendação será inserida no guia de orientação ao uso de blogs da empresa.
Para que serve um blog corporativo, mesmo ?
13/Março/2007Hoje um grupo de profissionais da empresa me questionou sobre a utilidade dos blogs corporativos. Essa foi uma oportunidade para organizar minhas idéias sobre o assunto.
Propus aos colegas três tipos de blogs corporativos. (mais…)
Cálculo do ROI para bloggers profissionais
12/Março/2007Por meio de um post de Fábio Cipriani em seu Blog Corporativo cheguei ao post no blog BRPoint sobre o cálculo do ROI para blogueiros profissionais, que propõe um método para cálculo de receitas e despesas na manutenção de um blog – e decorrente avaliação de um blog como fonte de renda.
É um post interessante por dois motivos:
1) (sempre vou insistir neste ponto) é um ótimo exemplo de explicitação de conhecimento; o autor detinha um conhecimento pessoal sobre como calcular um ROI, fruto de suas experiências e de seus estudos, e agora este conhecimento está registrado para um número infinito de leitores que podem desenvolver o mesmo conhecimento e aprimorá-lo – o que já começou a ocorrer por meio do post de Fábio e dos comentários anexados ao post;
2) é um ponto de partida interessante para o desenvolvimento de um método próprio de cálculo.
Como blogueiros blogam
11/Março/2007Alexandre Fugita, em seu blog Techbits, respondeu a duas “pesquisas de resposta cooperativa” (minha tentativa de descrever o conceito de “meme” – obrigado, Fugita, pela explicação) sobre suas práticas na redação de posts.
Seu processo criterioso (ler muito, escolher o tema com cuidado, rascunhar e acrescentar seu ponto de vista sobre o assunto original) produz o tipo de post que considero adequado para a gestão do conhecimento: o que agrega valor.
Um blog assim é mais que um diretório de links e informações . Cada post registra um pouco do conhecimento tácito de seu autor, compartilhando-o com um público amplo que pode aprender a pensar e trabalhar de forma similar.